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Comissão P2R2 do Consórcio recebe representantes do Samu de Santo André

Objetivo do grupo é o de informar os demais atores da cadeia preventiva da região, capacitando-os para a prevenção e eventual atuação em situações de emergência

08/10/2018

A Comissão de Preparação e Resposta Rápida a Emergências Ambientais com Produtos Químicos Perigosos (P2R2) do Grande ABC, do Consórcio Intermunicipal Grande ABC, deu continuidade nesta segunda-feira (8) às rodadas de apresentação dos diferentes atores que podem estar envolvidos nos processos de prevenção e ações pós-desastres.  O objetivo é conhecer o trabalho, as competências e as principais dificuldades de cada área para que juntos possam propor um planejamento de ações integradas. Após a participação da academia, com a apresentação de pesquisas desenvolvidas na UFABC (Universidade Federal Grande ABC) sobre os riscos tecnológicos e da Comunicação Social e dos representantes do Corpo de Bombeiros, o tema da reunião deste mês foi sobre o funcionamento do Samu de Santo André.

O Dr. Helder Takeo Kogawa, coordenador geral do Samu andreense,  que é responsável por atender também o município de São Caetano do Sul, apresentou o rol de competências do SAMU, suas questões legais, estruturais e operativas. Elencou algumas das dificuldades enfrentadas, como a comunicação com outros municípios, e destacou os princípios e diretrizes que norteiam o trabalho do serviço municipal de urgência.

Em seguida, foi a vez de Eduardo Fernando de Souza, coordenador municipal de urgência e emergência, apresentar o papel e os principais impactos que devem ser considerados pela área da saúde em situações de desastres.  Fernando destacou também a importância do planejamento estratégico frente aos riscos, como o mapeamento logístico e a gestão da saúde  com foco em organização, gerenciamento e controle. Ele reforçou ainda a necessidade de integração entre as diferentes equipes envolvidas nos riscos e desastres, como as equipes de Defesa Civil e Bombeiros e ponderou sobre a importância da educação nas escolas para a percepção dos riscos e respostas a desastres, a partir de um projeto pedagógico com os professores.

Ainda como exemplo, Eduardo Souza citou o Projeto do Samu, desenvolvido junto às crianças de Santo André, que é reconhecido por pais e alunos de Santo André, bem como os núcleos de educação que o serviço possui. Só no ano de 2018 mais de 9 mil pessoas receberam capacitação. O curso é dedicado a leigos para que se preparem para agir da melhor maneira e da forma mais segura em uma situação de desastre.

Próxima  reunião

O grupo destacou que conhecer o que cada ente desta cadeia preventiva faz permite que o planejamento das ações regionais se torne mais eficaz.  Para o próximo encontro, ficou definida a apresentação do trabalho desenvolvido pela Polícia Rodoviária em relação aos acidentes com produtos perigosos junto às concessionárias, como a Ecovias.

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